sexta-feira, 10 de julho de 2009

Atos de vergonha!


Este é o nosso Brasil, mal saímos de um escândalo, já temos outro na fila, grande parte deles vindos de Brasília.

O senado agora entrou na briga de vez para roubar o lugar da câmera, de onde vinha grande parte destes escândalos, mas desde Jadér Barbalho, Renan Calheiros, ambos ex presidentes do senado, o senado também entrou em cena no des-serviço a sociedade.

José Sarney, ex presidente da República, atual presidente do senado é a bola da vez, conhecida figurinha na política brasileira, lamentável...

E as denúncias continuam, agora envolvendo a Petrobrás, mas como já estamos quase no recesso parlamentar, era tudo que eles queriam.
Quando voltarem, bom dai já teremos outros escãndalos, o campeonato Brasileiro vai estar pegando fogo etc, etc...
Que Deus tenha misericórdia do nosso Brasil.
Fonte da charge:Pavablog


quinta-feira, 25 de junho de 2009

Atos de (Re) Pensar a Igreja

Estaremos começando neste sábado uma nova série de mensagens aqui no Projeto Atos 29, vamos (Re) pensar alguns conceitos da Espiritualidade cristã.
Começaremos com o Tema: O que é Igreja?
O tema é instigante e provocativo, quando pensamos em igrejas evangélicas no Brasil, por exemplo, que hoje se parece muito mais com um balcão de negócios com Deus, do que qualquer outra coisa. Igreja seria isso? È claro que não...
Mas esta é apenas uma das tantas distorções que temos, convido vc e sua família a estar conosco neste sábado, para vermos o que o Senhor da Igreja tem a nos dizer através da sua Palavra.
*Quem tem ouvidos ouça...*

terça-feira, 9 de junho de 2009

Atos de comunicação!

Faça-nos uma visita, vc que é de Itapecerica ou região....


Atos de aprendizagem (3)


Há alguns anos acompanho o pastor Ricardo Agreste, gosto muito da maneira contemporânea com que ele prega, lembra muito meu pastor (Sandro Baggio) no sentido de saber dosar integridade com relevância. Por isso quero compartilhar este artigo que achei fantástico.




Ricardo Agreste:


*Todos estes viveram pela fé, e morreram sem receber o que tinha sido prometido; viram-no de longe e de longe o saudaram, reconhecendo que eram estrangeiros e peregrinos na terra. Hebreus 11:13
Recentemente fui apresentado aos escritos e idéias de Zygmunt Bauman, um sociólogo polonês. No entanto, o que a princípio parecia ser apenas mais uma descoberta acadêmica, transformou-se num importante insight para minha compreensão pessoal e pastoral de uma das maiores barreiras impostas pela nossa cultura contemporânea no desenvolvimento de uma espiritualidade biblicamente consistente e sadia.
Dentre as imagens utilizadas por Bauman para representar o homem e a mulher no mundo contemporâneo, chamou-me a atenção a imagem do “turista”. Turista é aquele indivíduo que visita muitos lugares, mas não pertence a nenhum deles.
Às vezes fica extasiado com aquilo que vê, às vezes desdenha por ter em sua mente um grande quadro comparativo de lugares e situações. Seja qual for seu sentimento, não pretende se comprometer com nada à sua volta. Ele está apenas de passagem.
Sua maior motivação está vinculada à descoberta de novos lugares e à vivência de novas experiências. Mas, num contraponto com a imagem do turista, Bauman apresenta a imagem do peregrino. O peregrino é uma espécie em extinção em nossa cultura contemporânea. Diferentemente do turista, o peregrino não está envolvido numa aventura de entretenimento, mas numa jornada que tem um início, um meio e um fim.
Algo o moveu a iniciar a jornada, e ele percebe que ao longo dela existe uma missão a ser vivenciada e a realidade última se encontra no seu final. Todos estes pontos de referência são de grande importância e, portanto, tratados com grande reverência por parte do peregrino. Interessante que não poucas vezes na história da espiritualidade cristã os discípulos de Cristo são chamados e comparados a peregrinos.
Existe uma estreita relação entre a jornada de um cristão e a experiência de um peregrino. Ambas possuem alguns elementos em comum: a consciência de que a realidade última está ainda por vir, a sensibilidade de que o caminho que trilham pertence ao processo da descoberta e do preparo de si mesmo para esta realidade final e, por fim, o senso de missão para com os lugares e pessoas por onde passam na direção do lugar almejado.
No entanto, observando o auditório de muitas de nossas igrejas na atualidade, não será difícil constatar a presença massiva de pessoas mais parecidas com turistas do que com peregrinos. Eles estão ali para usufruir do espaço, degustar das informações e, principalmente, experimentar de um ambiente ou clima.
Tão logo se sintam saciados com o que é oferecido e com a forma como as coisas acontecem, são tomados pelo tédio e passam a ser impulsionados a se moverem na direção de um novo lugar, de novas informações e de novas experiências.
Como conseqüência disso, é triste constatar que algumas de nossas igrejas se tornaram “centro turísticos” com diferentes elementos de fascinação. Em algumas delas a atração principal é o famoso pregador com seu poder de reflexão, em outras é o momento de adoração com seu poder de arrebatamento coletivo e em outras é o seu momento de oração com seu poder de convencer Deus a agir e, até mesmo, de coagi-lo a mudar de idéia em algumas situações.
Diferentes atrações emergem em diferentes lugares, mas as citadas são suficientes para exemplificar o problema que temos diante de nós.
O que muitos cristãos não se dão conta é da completa inviabilidade de desenvolvermos uma espiritualidade biblicamente consistente e sadia nesta cultura gerada pelas demandas dos turistas.
Por que? Deixe-me apontar apenas algumas razões para incentivá-lo a refletir mais sobre o assunto:
1. Enquanto turistas estão comprometidos apenas com o seu próprio prazer e seu insaciável desejo por entretenimento, peregrinos estão comprometidos com uma jornada na qual possuem uma vocação a ser exercida ao longo do caminho a ser percorrido.
2. Enquanto turistas consomem lugares e atrações como fins em si mesmos, peregrinos estabelecem relacionamentos, caminhando por lugares com reverência e se relacionando com pessoas em cumplicidade, integrando as experiências na construção da maturidade.
3. Enquanto turistas são movidos pela próxima atração, na constante busca por evitar a constância e o tédio, peregrinos são movidos diariamente na mesma direção, tendo na constância uma virtude e na perseverança um elemento imprescindível para o cumprimento de sua jornada. 4. Enquanto turistas estabelecem relacionamentos frágeis e descartáveis, peregrinos descobrem, especialmente na vivência com aqueles com quem caminham lado a lado na jornada, uma grande fonte de consolo, confronto, encorajamento e sabedoria.
5. Enquanto turistas, de forma geral, não possuem qualquer compromisso para com o mundo a sua volta, peregrinos estão numa jornada que os responsabiliza em serem o próximo para aqueles que estão à beira do caminho, bem como “luz” e “sal” na sociedade em que estão inseridos. Pensando um pouco sobre estas duas imagens fui levado a me questionar. Tenho eu, na minha postura para comigo mesmo, para com a comunidade cristã e para com o mundo no qual estou inserido tido uma postura de “turista” ou de “peregrino”?
Qual seria o reflexo em nossas vidas, comunidades e sociedades se, na contra mão da cultura, aceitássemos o desafio de vivermos como peregrinos, rejeitando as demandas que tentam no levar a sermos apenas turistas?


Fonte: Revista Cristianismo Hoje, via Sepal

domingo, 31 de maio de 2009

Atos de aprendizagem (2)


Estava pensando sobre o que é louvar a Deus, de como é reducionista o conceito de música e encontrei esta fantástica declaração de William Temple:

*Louvar é despertar a consciência quanto à santidade de Deus,
Alimentar a mente com a verdade de Deus,
Purificar a imaginação com a beleza de Deus,
Abrir o coração ao amor de Deus e
Devotar a vontade ao propósito de Deus.*

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Atos de Comunhão!


Estive este fim se semana em São Paulo, como fez bem para minha alma rever amigos tão queridos.

Fiquei hospedado no Projeto Toque, onde tenho amigos tão queridos (Vide foto), passar este tempo com eles foi um presente, pois eles tem sido uma grande inspiração em minha vida e em nosso trabalho aqui, pude compartilhar algo no devocional que acontece diariamente na casa, poder estar com eles é algo muito especial.

No domingo na igreja, pude compartilhar um pouco de nosso trabalho aqui em Minas, o Projeto 242 é minha igreja local, foi onde fui gerado, onde cresci e sinto-me honrado por Deus, por fazer parte desta igreja local, ter como pastor o Sandro Baggio, sem comentários... Quem conhece sabe do que estou falando.

Foi muito bom nossa conversa, fortalecemos laços e saimos com uma data base para realizarmos uma viagem missionária da igreja em Sp para cá (Itapecerica), a mesma deve acontecer em Janeiro de 2010.

Voltei muito feliz, tendo plena convicção que caminho com pessoas que são presentes em minha vida, grato a Deus por ter me dado tão grande privilégio de fazer parte desta igreja local.

De brinde ainda ganhei alguns livros do meu pastor, comprei uma maquina digital que tanto queria e a inaugurei com depoimentos de meus irmãos, para nossa comunidade aqui.
Como foi bom poder abraçar o André e a Fátima, nossos missionários que estão prestes a uma nova jornada, nós iremos com eles em nossas orações.
Voltei renovado e plenamente convicto que não estamos sozinhos em nossa jornada local, aqui em Minas.
Fui repetitivo em escrever que voltei renovado, convicto, feliz, sentindo-me privilegido? Mas foi isso, rs...

sábado, 25 de abril de 2009

Atos de peregrinação!


A estrada e a estalagem.

"A ESTRADA é sempre melhor que a estalagem". Essas palavras do grande escritor espanhol Cervantes significam uma maneira de viver. Em meus dias de moço, sempre achei muito difícil alcançar determinado objetivo, acabar determinado trabalho. Quando chegar lá, pensava, sentirei satisfação e recompensa. Mais tarde, porém, vim a compreender que toda realização, como toda estalagem, é somente um ponto na estrada.
O real valor da vida vem com a própria jornada, com o esforço e o desejo de mantermo-nos em movimento. Agora descubro que, com meus 84 anos, posso olhar para trás com prazer e, o que é ainda mais importante para mim, olhar para frente com esperança e desejo. Aprendi a considerar cada estalagem ao longo da estrada não como um ponto de chegada, mas como um ponto de partida para um novo e melhor esforço.

Maurice Maeterlinck em "Os mais belos pensamentos de todos os tempos" - ACIGi - Rio de Janeiro, p.38.
Fonte: via Sandra, caminho da Graça

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Atos de bom gosto!


A primeira vez que prestei atenção em Andrea Bocelli foi há alguns anos atrás, estava assistindo a Tv bandeirantes num sábado a noite e de repente começou um especial dele, dai pensei não gosto de ópera, mas não tenho nada para fazer...

Nunca me esqueci daquela noite, me emocionei logo no início do especial e hoje alguns anos depois, sou mais um na sua imensa lista de admiradores.

Ele está no Brasil, ontem fez um show no Ipiranga em Sp ao ar livre, mais de vinte mil pessoas foram presenteadas com sua espectacular voz, que pena que estou em Minas e não fui. Mas um dia ainda o verei ao vivo, se Deus quiser.

No domingo ele esteve no faustão, quando vi o anuncio pensei aquele mala do faustão não vai deixa-lo cantar e vai atrapalhar tudo, dito e feito, decepção total as intromissões dele, mas valeu vê-lo mesmo assim.

Bocelli é um exemplo de vida, nasceu com problemas de visão, aos 12 anos ficou completamente cego, estudou ópera com Pavarotti, que lhe deu aulas gratuitas de canto. Hoje ele é dono de um estilo único, que encanta multidões ao redor do mundo.

Quanto a mim estou me contentando em vê-lo no YouTube.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Ato$ (2)


Como tenho falado sempre aqui em nossa comunidade, as coisas só estão começando, vai piorar muito daqui para frente.

Temos um novo *apóstolo* que está fazendo sucesso Waldemiro Santiago, próximo passo? Politica é claro....ou ele ou algum braço direito, afinal de contas ele fez a lição de casa direitinho, com seu ex- guru, o Macedo.


Agora mais essa da renascer...

Em um país onde nas ultimas eleições para o congresso o candidato a deputado federal mais votado em São Paulo foi Maluf, vamos esperar o que???


*A Renascer pretende lançar a fundadora da igreja, Sonia Hernandes, a deputada federal em 2010. A pena que ela e o marido, Estevam Hernandes, cumprem nos Estados Unidos por contrabando de dinheiro e conspiração para contrabando acaba em agosto. A partir daí, eles podem voltar ao Brasil. Aqui, os dois são acusados pelo Ministério Público de São Paulo por crimes de estelionato, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. O foro privilegiado proporcionado pelo mandato na Câmara viria bem a calhar.O lançamento de Sonia vem sendo mantido em sigilo, mas a troca do representante da Renascer na Câmara, não. A cúpula do DEM de São Paulo já foi informada de que o deputado federal Geraldo Tenuta Filho, o bispo Gê, não deverá concorrer à reeleição.*

fonte: Veja

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Atos de perigo!


“Dependência de nicotina é uma doença crônica, incurável.”


Mecanismo diabólico


A sabedoria popular diz que o cigarro acalma e dá prazer e que a dependência é psicológica. A sapiência botequinesca se esquece dos fumantes inveterados que têm ódio do cigarro, e que a nicotina provoca alterações fisiológicas insensíveis à força de vontade do cidadão.Em artigo para a revista Scientific American, Josef DiFranza revê os estudos que explicam as raízes bioquímicas da dependência de nicotina e contradizem o dogma de que ela levaria anos para escravizar o usuário.Trabalhos iniciados por ele em 1997, com centenas de adolescentes fumantes, demonstraram que sintomas de abstinência e dificuldade para largar de fumar são detectáveis logo depois dos primeiros cigarros. Em média, o adolescente ainda fuma apenas dois cigarros por semana quando eles se manifestam.Agitação, irritabilidade, dificuldade de concentração, ansiedade, queixas características da síndrome de abstinência, surgem em apenas dois dias em 10% dos que fumaram uma única vez. E, em 25% a 35% dos que fumam ocasionalmente durante um mês.O aparecimento precoce dessa sintomatologia aumenta 200 vezes a probabilidade de virar fumante para sempre.A nicotina age em receptores existentes nos neurônios cerebrais. Ao ligar-se a eles, são estimulados circuitos que liberam neurotransmissores: dopamina, serotonina, opióides e noradrenalina, entre outros. Na falta dela, os receptores ficam vazios, a concentração de neurotransmissores cai e a crise de abstinência vem com tudo.Se medirmos os níveis de atividade metabólica no cérebro de ratos que receberam uma dose diária de nicotina, durante cinco dias, observamos que depois da primeira dose ocorre aumento relativamente limitado da atividade em diversas áreas cerebrais. Após a quinta, a atividade se torna muito mais intensa e espalhada pelo cérebro inteiro. Quer dizer, meia dúzia de doses é suficiente para que o cérebro fique sensibilizado e predisposto à dependência.Em seres humanos, após o primeiro cigarro, a nicotina ocupará 88% dos receptores existentes. Mas, a repetição do estímulo fará com que os neurônios aumentem a produção de receptores. Enquanto no principiante uma pequena dose preenche por um longo intervalo de tempo praticamente todos os receptores disponíveis, naquele que fuma um maço por dia a síndrome de abstinência se instala depois de minutos.O intervalo livre de sintomas entre o último cigarro e o ataque de nervos para acender o próximo é chamado de período de latência. Nos noviços, esse período é longo: um único cigarro pode manter a crise sob controle por uma ou duas semanas. O uso repetitivo, entretanto, induz o aparecimento de tolerância, fenômeno que encurta progressivamente a latência.Enquanto os sintomas de abstinência já são perceptíveis a partir do primeiro cigarro, a tolerância se desenvolve progressivamente no decorrer de meses ou anos. É ela, no entanto, que mantém o fumante nas garras do fornecedor.Uma vez instalada, a tolerância finca raízes sólidas nos neurônios cerebrais. Depois de anos, quando o ex-usuário julga haver subjugado o vício e decide fumar apenas um cigarrinho, ela ressurge das cinzas: em poucos dias ele estará fumando como antes; senão mais.Quem já fumou, como eu, tem direito de considerar-se ex-usuário de nicotina, ex-dependente jamais. Em algum canto do cérebro, a serpente da dependência estará à espreita do primeiro deslize.Aqueles que conseguiram abster-se por apenas três meses ou passaram décadas em abstinência, quando recaem, voltam com a mesma rapidez ao número de cigarros diários anteriormente consumidos. A dependência de nicotina é uma doença crônica, incurável; o cérebro do fumante nunca mais voltará ao estado original.A farmacologia não conhece droga que cause tamanha dependência química.A nicotina não vicia por causar sensações inacessíveis aos mortais que enfrentam o cotidiano de cara limpa. Inundar o cérebro com ela não faz você experimentar a alegria do álcool, a onipotência da cocaína, o relaxamento da maconha ou as visões do LSD. Não existe barato nem viagem. Você fuma apenas para aplacar as crises de abstinência que a própria droga provoca a cada trinta minutos.O único prazer de quem fuma é sentir a paz de volta ao corpo suplicante, até que a próxima crise bata à porta para enlouquecê-lo. Parece invenção de Satanás.
DR.Dráuzio Varella